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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Meu número: Lição de vida!


Fiz minha numerologia com Aparecida Liberato e veja o que deu...

Você é número 1

O seu grande desafio é ser independente. Para que isso ocorra é necessário acreditar em você mesmo, no seu potencial, na sua capacidade.

Você nasceu para liderar e durante toda a sua vida terá muitas oportunidades para mostrar que é capaz. Desde criança você demonstra vontade de estar à frente, ditando ordens, comandando, cheio de idéias originais.

Quer ser o primeiro, quer resolver onde vai, o que vestir, o que fazer. Quer encontrar soluções para os problemas, quer ter seu próprio dinheiro, seu próprio carro. Desde cedo procura maneiras de se “virar sozinho”.
Você é uma pessoa de ação. Possui o entusiasmo e a energia necessários para tornar realidade seus objetivos. Você tem sempre um método novo e inédito e por isso é talentoso para inovar as coisas que estão a sua volta.

Você possui habilidades executivas e é bem sucedido executando empreendimentos ou controlando negócios.
Você tem necessidades e desejos pessoais muito fortes, é corajoso e prefere investir, ao invés de esperar passivamente. Você gosta dos desafios e prefere seguir as suas próprias convicções, do que aceitar as dos outros.

Porém é importante cuidar dos aspectos negativos do seu número pois eles podem atrapalhar a sua trajetória. Por ser ambicioso e muitas vezes individualista pode ter dificuldades em compartilhar suas idéias, pertences, sentimentos, com outras pessoas, dando a impressão de ser egoísta, orgulhoso e insensível. Você pode ser excessivamente crítico.

A impaciência e a ansiedade são aspectos a cuidar. A falta de compreensão e falta de disponibilidade para escutar pode afastar amigos e membros da família de você. Esteja atento para agir com equilíbrio, para saber esperar, e com isto poder contar com a colaboração dos outros.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Família e fim de ano!

Mês de dezembro aproximando-se e as expectativas de fim de ano se iniciam. Com elas vêm as comemorações com os familiares, muito consumismo e muita caridade. As pessoas deixam seu desdém pelas outras de lado, buscando renovar seu lugarzinho no purgatório promovendo boas ações. Neste período, todo somos bons. Pensamos sempre mais nos outros do que em nós mesmos e por fim desejamos que o outro tenha em dobro o que já temos. Quanta mentira!

Este é o mês familiar. Os parentes tendem a procurarem-se buscando uma trégua na batalha realizada durante o ano todo, outros nem procuram isso. Família realmente é algo abençoado. Cada uma tem sua peculiaridade.

É uma hipocrisia total. Aquela tia que chega lhe indagando quando irás casar. Aquele avô querendo saber quantas o neto já pegou na semana. Uns que não se bicam, outros que se respeitam e muitos que são famílias individuais...

Fazer parte de uma família estruturada deve ser uma chatice, pois o legal de pertencer uma família, são as crises existenciais dentro dela.

São tios se digladiando pelo amor dos pais, são primos se descobrindo gays, irmãos confabulando sobre comportamentos dos sobrinhos, brigas pelo maior pedaço de pudim na ceia de natal, amigos secretos que parecem mais inimigos e por fim muita... muita individualidade.

O religioso dominicano Henri Lacordaire já dizia: "O que é uma família senão o mais admirável dos governos?", e que governo não?

Administra-la é algo para poucos, diante de tantas diferenças misturadas. São escabrosas árvores genealógicas que se misturam e formam uma só comunidade. Gente de todos os formatos, cada um com seu pensamento, tentando educar-se da melhor forma e buscando uma paz que nunca conseguirá atingir.

Diante de todos os membros de uma família, uma é especial: a MÃE.
Quando Deus desenhou a criação da figura materna ele estava... estava... Ah sei lá, me falta adjetivo!

O filósofo grego Platão dizia que tinha irmãos, pai, mas não tinha mãe e que quem não tem mãe, não tem família. Que frase linda e sincera! É a mais pura verdade!

Pais encontram-se aos montes, no entanto, mãe não é dádiva para qualquer uma.

Entender? Entenda quem lê!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

História da Família Soares

BRASÃO DE ARMAS: De vermelho com uma torre de prata.

TIMBRE: A torre de escudo

"Aqueles do século XIV, membros da honorável casa dos Soares, viveram no tempo em que uma das maiores façanhas das armas da história de Portugal teve lugar, a saber, a batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385, próxima da assim denominada cidade, localizada no centro de Portugal. O rei castelhano, Juan I, reclamava a coroa de Portugal através de seu casamento com a rainha Beatriz, a filha do último rei de Portugal. A grande maioria dos portugueses, incluindo muito dos patrióticos da família Soares, não estavam dispostos a aceitar um rei castelhano, razão pela qual escolheram como seu líder a João de Aviz, que se iriam juntar à luta que estava para vir por Nuno Ivares Pereira, o "Condestável". Juan I invadiu Portugal confiante no valor do seu exército, que contava com vinte e dois mil cavaleiros, e soldados, e esperava o apoio de nobres portugueses que o tinham como legítimo herdeiro. Ao contrário, João, que tinha sido proclamado rei de Portugal há apenas quatro meses atrás, estava apto para reunir tão somente uns meros sete mil homens. Não obstante, o prestígio do chefe Pereira, ganho através de suas vitórias em incursões do ano precedente, inspirou entre a milícia de seus comandados e soldados, os quais podem ter incluído heróicos membros da família Soares, a garantia da necessidade de uma condição de vitória. Uma vez que a direção dos castelhanos tornou-se clara, Pereira propôs um plano que acarretaria no bloqueamento das linhas inimigas em avanço e, então, procederia à ofensiva, tendo manejado seus inimigos em terrenos que anularia a vantagem numérica dos invasores.

A despeito da desconfiança de alguns comandantes portugueses, em adotar uma estratégia agressiva contra um oponente numericamente superior, o ritmo dos acontecimentos tiveram poucas alternativas para escolha de ações e os ainda indecisos foram forçados a seguir o audacioso desígnio do Condestável, que saiu de Abrantes com o exército levantado e seguiu para Tomar. Os portugueses procederam para prevenir o avanço dos Castelhanos em Lisboa e Pereira colocou suas forças numa colina defensiva ao norte e a oito quilômetros ao sul de Leiria. Ali, encostas ásperas para ambos os lados, a posição defensiva tinha a vantagem da inclinação sobre o campo do atacante. Os cavaleiros castelhanos, acreditando em sua própria superioridade e ignorantes do terreno, resolveram atacar. O triunfo português em Aljubarrota, uma fonte de honra para todos, incluindo os atuais portadores da família Soares, não só preservou sua independência nacional, mas também marcou a supremacia política das classes burguesas de Portugal, que tinham preparado e feito a revolução de 1383 e escolhera a João de Aviz como rei, demonstrando a vantagem da infantaria, organizadas de maneira democrática, que lentamente iam anulando o valor da cavalaria medieval.

"No termo de Valladares de Cangil a casa rica a sua geração fica que o nome de Soares com os seus junto publica." (Manoel de Sousa da Silva)

Quando um nome é derivado de um nome próprio, ele é geralmente o nome do pai (patronímico) ou da Mãe (matronímico) do portador original, o qual é adotado e transformado em um nome de família hereditário fixo. Esse nome é então orgulhosamente transmitido de geração para geração, ocasionalmente alterado ortograficamente ou abreviado ocasionando uma ligação entre o portador vivo do sobrenome e o portador primogênito original do qual o sobrenome deriva. O sobrenome Soares pertence a uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Este sobrenome significa 'filho ou descendente de Soeiro". Soeiro é derivado do termo alemão antigo "Sug-hari", que literalmente se traduz como "exército sul". Foram duas as principais famílias portuguesas de linhagem nobre que levaram este sobrenome. Uma foi os Soares de Albergaria, que usavam simplesmente Soares como nome de família. A outra foi Soares de Tangil, da qual o primeiro portador deste sobrenome foi Soeira Afonso de Tangil, senhor da torre de Tangil, no distrito de Monção. Seu filho Gil Afonso Soares de Tangil, foi o primeiro a usar o sobrenome composto Soares de Tangil, e que viveu durante o reinado de D. Pedro I (1350-1359).

Uma das mais antigas referências a este sobrenome é o registro de Fernão Soares, eclesiástico português, citado em 1270. Portadores notáveis do sobrenome Soares foram, entre outros: João Soares (1507-1572), bispo português; Ruy Fernando Soares, pintor português citado em 1551; Vicente de Gusmão Soares (1606-1675), cônego e poeta português. No Brasil, encontramos o registro de Isabel Soares, filha de Manoel Soares e Maria Paes, nascida no Paraná em 8 de julho de 1684. As armas descritas abaixo foram concedidas à família Soares pelas autoridades apropriadas.

Uma das figuras muito admiradas e reverenciadas pelos portugueses, sem dúvida incluindo passados e atuais membros de ilustre família Soares, é a Santa Elizabeth de Portugal (1271-1336), também conhecida como "A Pacificadora" e "A rainha Santa". Filha de Pedro III de Aragão, ela foi chamada por sua tia, Santa Elizabeth da Hungria e foi casada com o rei Dinis de Portugal em 1282, um evento conhecido por alguns dos membros da família Soares. Elizabeth venceu a corrupção e prazeres da corte real, devotando sua riqueza e energia para atividades caritativas. Quando seu filho Afonso empreendeu uma rebelião contra seu pai, Elizabeth bravamente interpôs-se entre os exércitos oponentes efetuando a contento uma reconciliação. Verdadeira para com seu cognome "A Pacificadora", Elizabeth morreu em meio à rota para um campo de batalha, onde esperava conseguir a paz entre seu filho, o rei Afonso IV, e o rei castelhano Alfonso XI. De fato, os portadores do sobrenome Soares, podem gloriar-se na rica e colorida história de sua terra, Portugal."

(The Historical Research Center (c), 1993)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Relacionamentos...

Amor, (ô), s. m. 1. Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2. Forte inclinação, de caráter sexual, por pessoa de outro sexo. 3. Afeição, grande amizade. 4. Objeto dessa afeição. 5. Benevolência. 6. Caridade. 7. Coisa ou pessoa bonita, preciosa. 8. Filos. Tendência da alma para se apegar aos objetos. S. m. pl. 1. Namoro. 2. O objeto amado.

Paixão, s. f. 1. Sentimento forte, como o amor, o ódio etc. 2. Movimento impetuoso da alma para o bem ou para o mal. 3. Mais comumente paixão designa amor, atração de um sexo pelo outro. 4. Gosto muito vivo, acentuada predileção por alguma coisa. 5. A coisa, o objeto dessa predileção. 6. Parcialidade, prevenção pró ou contra alguma coisa. 7. Desgosto, mágoa, sofrimento prolongado. 8. Os tormentos padecidos por Cristo ou pelos mártires.
Você já se apaixonou por alguém? Você já amou alguém? Sim? Não? Pode ser? Talvez?
Eis que surge no cenário intrapessoal da sua vida esses sentimentos. Tratar o relacionamento já é complicado por si só, tendo em vista que relacionar-se impele no conviver entre duas pessoas que têm pensamentos, gostos e personalidades diferentes, mas que com um toque de mágica sentem algo pelo outro como se toda essa individualidade não precisasse ser preservada, e talvez não precise mesmo.

Somos os seres mais complexos na face da terra. Digo isso não com o intuito de dizer que somos quase extraterrestres, mas com a intenção de demonstrar que somos realmente únicos, no sentido pelo deste sintagma. Nascemos para brilhar, seja de que forma for. Somos os melhores profissionais que uma empresa pode ter, fazemos de tudo para sermos valorizados, somos éticos, amantes do que fazemos e principalmente, lutamos por nós mesmos e não para mostrarmos para alguém que podemos, ou não podemos. Lógico que existem os “revoltados” que fazem o total inverso de tudo isso, mas isso não se deve levar em conta (ou será que devemos?).

Ficar com alguém, por ficar é muito bom, devemos assumir. Mas nada melhor do que ter esse alguém ao seu lado para partilhar contigo a sua existência de forma recíproca. Estar ao lado de quem gosta de ti, preocupa-se contigo e lhe dá prazer é maravilhoso. Podemos comparar com o emprego dos nossos sonhos. Fazemos o que gostamos, como gostamos, somos respeitados pelo trabalho desenvolvido, como os seres humanos que somos, e ainda ganhamos por isso. O relacionamento é a mesma coisa; temos quem gostamos ao nosso lado, sentimos o seu carinho, a sua preocupação, a sua amizade, a sua paciência (o que é muito importante, já que estamos falando de pessoas totalmente distintas), e ainda sentimos prazer em estar com esse indivíduo que só Deus sabe o porquê veio estar ao nosso lado.

Parece meloso demais ler isso? Então você não sabe a alegria que é estar escrevendo neste momento para você e repentinamente receber uma mensagem no celular de uma pessoa especial dizendo que está pensando em você.

Você não tem idéia do quanto este momento é mágico, do quanto o seu coração sente-se cheio e de como é bom saber que podemos contar com uma pessoa para o que der e vier.

Enfim, relacionar-se com alguém é uma dádiva para poucos; por isso não deixe escapar a oportunidade quando ela aparecer, pois a alegria deste momento irá inundar a sua vida inteira.